quarta-feira, 29 de maio de 2013

Reconhecer - Fenacelbra




Reconhecer. Este é o mote da campanha lançada pela Fenacelbra - Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil. O objetivo é difundir o conhecimento sobre a celíaca - doença autoimune caracterizada pela intolerância ao glúten - para toda a comunidade científica, área de saúde, gestores públicos e sociedade em geral. 

A Fenacelbra, que foi fundada em 2006, atua como porta voz e dá suporte às associações e grupos de celíacos de todo o país junto a instituições governamentais e privadas. Trata-se de uma organização civil, sem fins econômicos, que prega uma mensagem dirigida àqueles que ainda não sabem e/ou não querem “reconhecer” a doença celíaca.

Segundo a presidente da Fenacelbra, Lucélia Costa, a meta da campanha é desmitificar a doença celíaca, enfatizando a importância do diagnóstico precoce, evidenciando que as pessoas celíacas podem viver uma vida normal com uma dieta adequada e segura. “Queremos levar dignidade e qualidade de vida aos que vivem na invisibilidade. Quando se recebe o diagnóstico, ganha-se a capacidade de auto-gerir a saúde”, assegura.

A campanha, que será realizada de maio de 2013 a maio de 2014, terá o tema “Doença Celíaca: se você não reconhecer, nós diremos o que ela é”. O projeto de sensibilização nacional contará com a mobilização das catorze Associações de Celíacos do Brasil, as Acelbras, representadas nas cinco regiões do país. O lançamento da campanha foi feito no II Congresso Internacional de Nutrição Especializada - COINE, que aconteceu nos dias 26 e 27 de abril no Rio de Janeiro. 

Durante todo o período do projeto, haverá um conjunto de ações estratégicas tendo como base a conscientização através de folders, cartazes, faixas e bottons que serão distribuídos em espaços públicos como escolas, unidades de saúde, centros médicos, universidades, supermercados, bares e restaurantes. A Fenacelbra também colaborará com a imprensa, disponibilizando conteúdos relevantes e colocando-se à disposição para entrevistas e reportagens sobre o assunto. “Precisamos do apoio de todos para promover o reconhecimento da doença celíaca e assim, melhorar a qualidade de vida de tantas pessoas”, finaliza Lucélia.


Você “reconhece” a doença celíaca?

A doença celíaca é uma doença autoimune caracterizada pela intolerância permanente ao Glúten (proteína presente no trigo, centeio, aveia, cevada e derivados, como o malte). Esta doença é amplamente conhecida em muitos países, porém, no Brasil ainda há poucos diagnósticos, pela falta de divulgação no campo da saúde, que gera desconhecimento dos sintomas clínicos.

Pesquisas científicas apontam a alta prevalência da doença celíaca entre os povos expostos à alimentação que contenha glúten, como é o caso dos brasileiros. Devido à falta de estudos de prevalência com abrangência populacional no Brasil e considerando a etnia do brasileiro, fator de risco importante para a patologia, a aplicação de taxas internacionais torna-se pertinente para mensuração do problema no país. Assim, projetando os percentuais de prevalência sobre 1% da população mundial, teremos um número estimado de 1 milhão de brasileiros com doença celíaca em nosso país - e muitos ainda não sabem.

A doença celíaca não possui tratamento clínico medicamentoso específico. A única forma de intervenção é o controle rigoroso da ingestão alimentar, com a exclusão do glúten da dieta. No entanto, esta característica comumente exclui o celíaco do convívio social devido à restrição alimentar.


Números sobre a doença celíaca no Brasil e no mundo

• Afeta em torno de 2 milhões de pessoas no Brasil, mas a maioria delas encontra-se sem diagnóstico.  
• Na Europa a prevalência oscila entre 1:150 e 1:300.
• Os estudos amostrais realizados em São Paulo, Ribeirão Preto e Brasília permitem estimar a incidência da doença em 1:214, 1:273 e 1:681, respectivamente. Esta constatação coloca o Brasil ao nível da população européia - a mais afetada.
• A doença celíaca pode aparecer em qualquer fase da vida, e atualmente, estima-se que a cada 400 brasileiros um seja celíaco.
• De cada oito pessoas que possuem a doença, apenas uma tem o diagnóstico.
• A doença celíaca é cosmopolita e afeta pessoas de todas as classes sociais. No Brasil a miscigenação vem rompendo a barreira etno-racial sendo diagnosticada entre os afrodescendentes e os povos indígenas.


Sobre a FENACELBRA:
www.doencaceliaca.com.br
(19) 3876 2124

terça-feira, 28 de maio de 2013

Chá branco ou verde: qual você prefere?

Há quem acredite que o chá branco emagreça mais do que o chá verde. Extraídas da mesma erva Camellia sinensis, as duas bebidas, no entanto, têm efeito similar na perda de peso. Especialistas afirmam que a grande vantagem do chá branco está em seu forte potencial diurético e antioxidante, que o coloca um passo a frente do chá verde em ganho de qualidade de vida.

Mas os benefícios destes chás vão muito além. Você sabe quais são? A gente ensina!

Os dois chás possuem uma substância termogênica, a cafeína, que ativa o metabolismo e acelera a queima das calorias. Só não se esqueça de que eles devem ser associados a exercícios físicos regulares e um cardápio equilibrado – hábitos fundamentais para perder peso com saúde. A erva dessas bebidas tem alto teor de flavonóides, que auxiliam no combate aos radicais livres e nos protegem do envelhecimento precoce e das doenças degenerativas, e catequinas, que contribuem para a redução dos níveis de colesterol total e LDL – colesterol.

Além disso, os chás:

Auxiliam na digestão;
São diuréticos;
Previnem cáries;
Previnem problemas cardiovasculares;
Protegem a pele dos efeitos nocivos do sol.
Feitos sob a forma de infusão, podem ser consumidos na temperatura desejada. No entanto, não devem ser reaquecidos para evitar a perda de seus princípios ativos.


Antes, durante ou depois das refeições?
O ideal é que os chás verde e branco sejam consumidos nos intervalos das refeições.

Tome nota: quando consumidos em excesso, podem aumentar a pressão arterial em quem tem predisposição. Portanto, fique atento e evite exageros! Para que a bebida tenha efeito, são necessárias de três a seis xícaras por dia.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Manteiga Temperada


MANTEIGA TEMPERADA

Ingredientes
200gr de manteiga em temperatura ambiente
Alecrim desidratado a gosto
Orégano desidratado a gosto
Salsinha desidratado a gosto
Manjericão desidratado a gosto
 
 
Modo de Preparo
Numa vasilha adicione a manteiga, o alecrim, o orégano, a salsinha e o manjericão. Misture até ficar homogêneo.
Utilizando um plástico, adicione a manteiga já misturada, enrole o plástico para que tome um formato cilíndrico e amare as extremidades com barbante. Leve a geladeira.
Quando estiver resfriado, retire da geladeira e remova o plástico.
Pronto, agora é só servir! Bom apetite!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Geleia Falsa de Chia com Uva

Que tal uma receita fácil e gostosa para testar nesse final de semana?
Essa geléia falsa é uma delícia e super saudável!

Anote:




Ingredientes
1 colher de sobremesa de chia
5 colheres de sobremesa de suco de uva integral sem conservantes e sem açúcar
Mel (se necessário)

Modo de Fazer
Misture a chia com o suco e deixe descansar de um dia para o outro.


Acima, a geleia foi servida com as torradas integrais sem glúten e sem lactose da Aminna.

Bom apetite!


segunda-feira, 22 de abril de 2013

A Importância e as Diferenças do Sal


Devemos consumir sal? Sal faz mal? Sal marinho é melhor que o sal refinado? Nosso organismo precisa de sal?

Nosso paladar se adaptou tanto a ele que o consumo se tornou excessivo. Uma pesquisa recente do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) sobre fast-food encontrou sanduíches cujas unidades oferecem quase 80% do sódio recomendado por dia.

A primeira dica para reduzir a quantidade de sal é valorizar ervas e condimentos que acentuam os sabores. Afinal, “sem sal” não precisa ser sinônimo de “sem graça”. O ser humano não pode viver sem o sal. Biologistas afirmam freqüentemente a importância do cloreto de sódio para a manutenção do metabolismo e do equilíbrio do sistema imunológico, ou de defesa.

Existe muita confusão, no entanto, quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro é o que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial.


QUAL É MELHOR?

O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes, que, no entanto, representam excelente fonte de lucros. Uma indústria que esteja lucrando com a extração desses elementos do sal bruto é geralmente poderosa e possui a sua forma de controle sobre as autoridades. É claro que será então dada muita ênfase a importância do sal refinado empobrecido e pouca ao sal puro e integral.

Existem problemas também não observados quanto à adição de iodo artificial no sal refinado. Os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz. Assim, a dextrose é adicionada como estabilizante, porém, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal de mesa uma inconveniente cor roxa, o que exige então a adição de alvejantes como o carbonato de sódio, grande provocador de cálculos renais e biliares, conforme vários estudos científicos. Este produto existe em quantidades descontroladas no sal refinado, pois é impossível a sua distribuição uniforme. Produz cálculos em animais de laboratório, quando usado diariamente em quantidades um pouco inferiores as encontradas habitualmente no sal de cozinha.

Também no processo de lavagem são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível, alimento básico das baleias) e esqueletos de animais marinhos invisíveis. De certa forma, em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como zinco, cobre, molibdênio etc., além de cálcio natural.

Na industrialização do sal, freqüentemente é feita, então, uma lavagem a quente para “clarear” o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação e figuração de enzimas e coenzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.


ALGUMAS DIFERENÇAS

Sal marinho - O sal marinho é mais recomendado porque é obtido pela evaporação da água do mar, o que o torna mais puro. Este tipo de sal não passa pelo processo de refinamento. O sal marinho é mais escuro e seu sabor é menos salgado que o do refinado.

Por não ser refinado, o sal marinho mantém os microminerais que geralmente são removidos durante o processo de refinação, inclusive o iodo. O sal marinho pode ser grosso, fino ou em flocos. Pode ser branco, rosa, preto, cinza ou de uma combinação de cores, dependendo do lugar de onde vem e dos minerais contidos nele.

Alguns amantes da culinária afirmam que quantidades mais altas de microminerais podem deixar os sais marinhos com um sabor único e natural. Outros dizem que o sabor é o mesmo, mas que as cores e texturas diferentes podem fazer a diferença na aparência dos pratos. É mais saudável que o sal refinado.

Sal de cozinha - O sal de mesa é refinado e basicamente purificado a partir do sal marinho ou obtido de sal rochoso (halite), um mineral obtido por mineração de minas de sal. Este tipo de sal contém aditivos como iodetos (usados como suplemento alimentar) e vários agentes antiaglomerantes. Ele é processado para remover impurezas e contém antiaglutinantes como o fosfato de cálcio. Ao ser refinado o sal perde boa quantidade de minerais, e por isso, é acrescido de iodo, que é utilizado para prevenir o bócio (crescimento anormal da glândula tireóide), como uma medida de saúde pública.


IMPORTANTE

Ao chegar à nossa circulação, o sódio interfere na pressão osmótica. A osmose é o transporte de água através de uma membrana semipermeável que, de forma passiva – sem gasto de energia, leva a água do meio menos concentrado (hipotônico) para aquele mais concentrado (hipertônico). Assim, quando temos muito sal na circulação (meio hipertônico), nosso sangue passa a reter água vinda de outras células (meio hipotônico). É como se tentássemos diluir esse excesso de sal, buscando um equilíbrio.

Dessa forma, aumentamos o volume sanguíneo e, consequentemente, a sua pressão – força aplicada em uma área. A pressão arterial é determinada pelo volume do sangue e pela resistência que as pequenas ramificações das artérias – chamadas arteríolas – oferecem a esse fluxo. Se o volume aumenta e os caminhos percorridos por ele se mantêm inalterados, a pressão sobe.

Para agravar o problema e intensificar ainda mais a pressão do sistema,o aumento na concentração de sódio faz com que as paredes das arteríolas se contraiam, restringindo seu calibre, aumentando significativamente a resistência à passagem do fluxo sanguíneo.

O aumento da pressão sobrecarrega não só o coração, mas também os rins, que têm uma capacidade limitada para filtrar e excretar o sal. Quando o consumo é muito alto, eles podem ter seu funcionamento comprometido. O excesso de sal aumenta, ainda, os riscos de formação de pequenas “pedras” nos rins, os cálculos renais.

Tanto o consumo excessivo de sal quanto a ausência total do elemento podem provocar alterações prejudiciais ao organismo. Busque o equilíbrio e qualidade em sua alimentação para o bem de sua saúde!

Fonte: http://www.semglutensemlactose.com/artigos-nutricao-dicas/a-importancia-e-as-diferencas-do-sal/

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Nature Crops


Chegaram na Nathurale as barras Nature Crops!

Fabricadas por uma empresa focada em dietas mais saudáveis e em um modo de vida mais saudável. Todos os seus ingredientes são de origem naturais, alguns possuem certificação orgânica. Livres de corantes, conservantes e sabores artificiais.

Uma excelente opção para os consumidores atletas, sustentáveis ou aqueles que se preocupam em ter uma alimentação mais saudável.

Conheça: